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A virtualização pode existir tanto nos devices de um fã de tecnologia quanto nas máquinas monitoradas por uma equipe de TI dentro de empresas de variados tipos e tamanhos. Muito mais que uma tendência, virtualizar é um caminho obrigatório para que organizações não caiam na obsolescência que afeta negativamente a competitividade e os negócios. Como uma definição básica, virtualização é uma abordagem que permite a aplicativos de um sistema operacional funcionarem dentro de outro sistema operacional.

FUNCIONAMENTO VIRTUAL –Verdade seja dita, são raras as vezes em que um servidor usa toda a sua capacidade de trabalho (processamento, memória, disco, entre outras ocorrências). Imagine então que em um servidor com processamento e memória operantes surja a necessidade de rodar e disponibilizar dois programas ao mesmo tempo, duas versões do Windows por exemplo.

Antes da decisão de investir na compra de novos equipamentos, a TI descobre que o servidor atual emprega em média somente 48% do poder de processamento da máquina e 17% da capacidade de disco apenas. É aí que entra em ação a virtualização. Graças a um software, 2 máquinas virtuais são criadas sobre uma emulação, que diz para cada SO que está disponível um pedaço do servidor ocioso para cada aplicação.

TIPOS DE VIRTUALIZAÇÃO:

VIRTUALIZAÇÃO DE HARDWARE –É possível usando programas específicos que geram máquinas virtuais (VMs ou Virtual Machines) que emulam os componentes físicos de um PC, permitindo que um sistema operacional diferente seja instalado em cada um deles. Consiste em executar vários sistemas operacionais na mesma máquina.

Há duas amplas vantagens na adoção dessa tecnologia: uma voltada a clientes, outra a servidores. No caso dos primeiros, o objetivo é acabar com a incompatibilidade das aplicações e sistemas operacionais. Pense no usuário em que a máquina tenha o Windows Vista instalado, mas que precisa rodar um aplicativo que só é compatível com outra versão de Windows.

Para que este cenário exista, é preciso que uma VM rode o WindowsXP. Depois disso, é só instalar o aplicativo na VM e abrir normalmente, exatamente como um computador dentro de outro.

VIRTUALIZAÇÃO DE APRESENTAÇÃO –
A ampla maioria dos programas funciona no mesmo local da instalação. Pode até parecer elementar para usuários padrões, mas esse obstáculo é eliminado com a Virtualização da Apresentação, um acesso ao universo computacional sem precisar estar em contato direto fisicamente com ele. Esse caminho oferece o uso de um sistema operacional completo, além de seus aplicativos de qualquer lugar, como se estivessem presentes na máquina. A ideia é bem parecida com o acesso remoto, mas nesse caso, vários usuários podem usar o mesmo sistema ao mesmo tempo, sem interferência entre eles.

VIRTUALIZAÇÃO DE APLICATIVOS –
Toda aplicação depende de um sistema operacional para uma infinidade de serviços, como o destino da memória ou gestão de driver. Determinar diferenças entre programas e o sistema operacional do PC é fácil, basta usar qualquer um dos dois tipos de virtualização anteriores. O desafio é resolver o conflito entre duas aplicações diferentes.

Com a virtualização de aplicações, uma emulação é instalada no servidor virtual e colaboradores que precisam do aplicativo podem acessá-lo mesmo que ele esteja em outra máquina física. Com isso, o programa roda normalmente, porque as propriedades de cada aplicativos são compiladas e baixadas diretamente para a máquina do usuário, com a geração de um aplicativo virtual à parte.